Cheers my friends!

Desta vez há tanto para dizer, que nem sequer após passar uma noite a organizar as coisas na cabeça, saberei como abranger tudo o q se passou! Logo, não é o que vou fazer. Vou tentar apenas mostrar-vos o modo como me impressionaram os dias maravilhosos que tivemos no Algarve.

Em geral posso dizer com toda a certeza que, logo desde o início (a altura em que tudo foi combinado), me fui apercebendo que iria ser tudo muito “legalize e boa onda – assim foi: não houve qualquer tipo de desacordo, polémica ou bate-boca. O que houve, isso sim, foi um grupo de amigos que têm já à-vontade bastante uns com os outros, e isso foi mais que evidente. Quando assim é, as coisas tendem a fluir de forma muito melhor: nós fomos exemplo disso.

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Sábado: o concerto. «Olive Tree Dance». Se existiam dúvidas acerca de que a espontaneidade é a melhor forma de revelação, deixaram imediatamente de existir após o deslumbramento marcante daquelas duas horas de vibração, de descoberta, e de êxtase.

Após uma investigação muito superficial, posso dizer que os Olive Tree Dance são uma banda oriunda da cidade do Porto, e os instrumentos que utilizam são somente a Percussão, a Bateria e o Didjeridu (ou didgeridoo).  O didjeridu é um instrumento de sopro dos aborígenes australianos. É um aerofone, ou seja, um instrumento onde o som é provocado pela vibração do ar. O som no didjeridu é produzido pela vibração dos lábios e por outros sons produzidos pelo instrumentista (fonte: Wiki).

Duas coisas me marcaram nesta experiência (chamar-lhe só ‘concerto’ seria grosseiro): por um lado, o aproveitar de sinergias existentes na fusão de vários géneros de musica – ritmos tribais, trance, psicadélico, tecno – não utilizando qualquer componente electrónica e utilizando apenas o potencial acústico dos instrumentos. Por outro lado, o impacto imediato que tiveram em todos nós sem excepção: reparei que todos nós ficámos completamente absorvidos durante duas horas de puro êxtase.

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Após o concerto, alguns seguiram para a Kadok, outros para o merecido descanso. Aqui, mto pouco a salientar, à excepção da galhofa que foi andarmos a tirar fotos uns aos outros (e a umas desconhecidas que passavam de vez em qdo! Ahahah).

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Domingo. De manhã, dormir. À tarde, passear e fazer compras. Neste dia repartimo-nos, sem combinação prévia, em grupos separados. Acabámos por nos reunir todos novamente à noite para uma jantarada que foi nem mais, nem menos, que um espanto! Não somente pelo peru e pelo arroz, que ainda deram algum trabalho, mas também, é claro, pelo convívio em forma de banquete: devo dizer, honestamente, que me senti em família naquele jantar, com toda a intimidade e galhofa que implicou.

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Dps disso ainda houve lugar a uma dupla actividade: de um lado, os que ficaram em casa a ver tv e jogar poker (não costumo utilizar a palavra, mas a “enfadonhos” parece aplicar-se na perfeição, eheheheh); de outro lado, os que foram dar um passeio por albufeira, apanhar uma chuvinha e acabar num bar para beber um cidra e ouvir um Karaoke. Sem dúvida, muito bom.

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Segunda-feira: devo dizer que não esperava q este dia se revelasse tão espectacular. Fiquei pelo hotel, acompanhado pela Carla, aproveitando para ir ao ginásio tendo em conta que o tempo não convidava a algo mais exterior. O dia passou-se depressa – parece ser um elemento comum no último dia – e rapidamente dei por mim a jogar bilhar no restaurante das Tostas. Uma vez mais, experiência memorável: desde o tamanho emblemático das tostas, à amiga Alla, até ao espantoso vídeo que levaram à ribalta duas pessoas que, pela alegria muito própria e pouca timidez, parecem entender-se bem neste tipo de maluqueiras – sim, é vdd, ficou tudo a olhar pra nós, mas pouco me importa!

Acabamos a noite num bar latino, na Oura, e, com certeza concordarão comigo, rebentámos aquilo de cima a baixo! Até os empregados agradeceram o nosso “efeito alavanca” provocado logo após a chegada: dançámos (até em cima do balcão!), cantámos mais alto que as colunas, bebemos copos, divertimo-nos imenso.

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Para acabar, três de nós decidiram que ir já dormir seria inoportuno e decidiram ir para junto da piscina falar um pouco mais, ainda cheios de ritmo da noite. Em relação a isto, se quisessem, tivessem-se juntado a nós. Guardo para mim o momento, que foi mto giro e que fez aumentar um pouco mais ainda o carinho que tenho por um casal de amigos que respeito mto.

No dia seguinte houve ainda lugar a bom almoço, a antecipar uma viagem calma e segura de volta a casa.

Bem, parece que já me tou a alargar um bocado. Deixo o resto dos pormenores (que são mtos), para um próximo jantar, que se espera breve, com o mote «remember albufeira?!»

Mto obrigado amigos, pelos momentos, pela descontração, pelas surpresas positivas que desvendei em cada um de vós. Estes dias serviram o seu propósito: o descanso. Mas, mais do que isso, solidificaram e aprofundaram a relação que todos temos uns com os outros – não será isso motivo de felicidade?