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A nossa batalha serrana foi simplesmente deliciosa!

Os batedores saíram da Pedra do Ouro com 1 hora e meia de atraso! Pronto, era preciso fazer primeiro uma pausa no Perturbar, para relaxamento e preparação do corpo e da alma.

A caça às sapatilhas para o vizinho Miguel e a paragem nos Pousos para apanhar a batedora Madalena fizeram com que o arranque se atrasasse cerca de 2 horas.

A chegada a Pedrógão Grande foi feita em grande estilo. Primeiro o reconhecimento ao parque de campismo e depois, mais uma pausa com: imperiais, bifanas, sandes de presunto, cheetos e tiras de milho, no Restaurante “O Lago”. Estávamos prontos (ou não!), para a montagem do acampamento que se fez de forma bastante organizada e divertida (digamos que as imperiais falavam!).

A chegada da cavalaria foi à hora combinada, e a montagem da 4ª tenda foi bastante (e sublinho bastante, como devem ter reparado), rápida! Essa cena de haver tendas “2 seconds” não devia valer!

Hora para jantar: no máximo dos máximos, 21h45, senão ficávamos sem cozinheiros…

Um jantar brutal, com direito a iscas, bochechas, alheira… só de escrever, já me está a dar a fome… e o belo do vinho, claro! Tinto e verde, para todos os gostos.

Um belo passeio nocturno à piscina natural da barragem do Cabril, para “desmoer” tanta comida, e estava feita a noite de sexta-feira.

Só ficou a faltar o MENANO – Mergulho Naturista Nocturno!

Finalmente, a chegada da artilharia no sábado de manhã, também à hora combinada, a montagem da 5ª e última tenda do acampamento, feita por 3 verdadeiros engenheiros, deu início ao fim de semana dos 7.

A companhia, a amizade, o relax, os risos, as conversas, o companheirismo, o calor imenso, os mergulhos na barragem “sopinha”, o pó do parque (também fez parte), a comida (muita), a bebida (alguma também), os petiscos do Daniel… enfim… foi “do best”!