Arquivo de Fevereiro 2010
OTD em Faro, o vídeo
26/02/10
Pessoal, vejam o vídeo que os Olive Tree Dance fizeram no concerto de Faro
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Retratos | Olive Tree Dance
24/02/10
E porque quero que esta “Família” venha dar uma vista de olhos ao nosso blog, quero só explicar-lhes que sendo eu o fotógrafo de serviço deste blog, há recordações que capturo com a minha objectiva e que partilho com os vizinhos da minha Terra. Serão sempre os “Retratos”.
Um Muito Obrigado aos Olive Tree Dance, por me terem deixado ir ao back stage, e por me terem autografado a baquete e o CD.
Bem-haja Família!!!
Super Hiper Mega Performance | Sheila&Tiago
23/02/10
Nativos: já tenho Internet! weeeeeeeeeeee
Depois de 1 semana sem ADSL (os amigos da PT são uns porreiros pah!), eis que vou começar a minar este blog de recordações das nossas mini-férias em Albufeira. Mas não vou pôr tudo hoje porque não tem piada… e eu ainda quero ir fazer um bolinho de iogurte… hihihihihihi
O lema “what happens in albufeira, stays in albufeira”, não se aplica ao blog, pois não Moniz??
Cara nova para o nosso blog
22/02/10
Finalmente tive um bocadinho para dar um jeitinho no nosso blog maravilha.
Depois de instalar as últimas versões dos componentes do blog, achei que também estava na altura de alterar um pouco o aspecto.
Espero que gostem…
Maiden Voyage
17/02/10
Cheers my friends!
Desta vez há tanto para dizer, que nem sequer após passar uma noite a organizar as coisas na cabeça, saberei como abranger tudo o q se passou! Logo, não é o que vou fazer. Vou tentar apenas mostrar-vos o modo como me impressionaram os dias maravilhosos que tivemos no Algarve.
Em geral posso dizer com toda a certeza que, logo desde o início (a altura em que tudo foi combinado), me fui apercebendo que iria ser tudo muito “legalize” e boa onda – assim foi: não houve qualquer tipo de desacordo, polémica ou bate-boca. O que houve, isso sim, foi um grupo de amigos que têm já à-vontade bastante uns com os outros, e isso foi mais que evidente. Quando assim é, as coisas tendem a fluir de forma muito melhor: nós fomos exemplo disso.

Sábado: o concerto. «Olive Tree Dance». Se existiam dúvidas acerca de que a espontaneidade é a melhor forma de revelação, deixaram imediatamente de existir após o deslumbramento marcante daquelas duas horas de vibração, de descoberta, e de êxtase.
Após uma investigação muito superficial, posso dizer que os Olive Tree Dance são uma banda oriunda da cidade do Porto, e os instrumentos que utilizam são somente a Percussão, a Bateria e o Didjeridu (ou didgeridoo). O didjeridu é um instrumento de sopro dos aborígenes australianos. É um aerofone, ou seja, um instrumento onde o som é provocado pela vibração do ar. O som no didjeridu é produzido pela vibração dos lábios e por outros sons produzidos pelo instrumentista (fonte: Wiki).
Duas coisas me marcaram nesta experiência (chamar-lhe só ‘concerto’ seria grosseiro): por um lado, o aproveitar de sinergias existentes na fusão de vários géneros de musica – ritmos tribais, trance, psicadélico, tecno – não utilizando qualquer componente electrónica e utilizando apenas o potencial acústico dos instrumentos. Por outro lado, o impacto imediato que tiveram em todos nós sem excepção: reparei que todos nós ficámos completamente absorvidos durante duas horas de puro êxtase.

Após o concerto, alguns seguiram para a Kadok, outros para o merecido descanso. Aqui, mto pouco a salientar, à excepção da galhofa que foi andarmos a tirar fotos uns aos outros (e a umas desconhecidas que passavam de vez em qdo! Ahahah).

Domingo. De manhã, dormir. À tarde, passear e fazer compras. Neste dia repartimo-nos, sem combinação prévia, em grupos separados. Acabámos por nos reunir todos novamente à noite para uma jantarada que foi nem mais, nem menos, que um espanto! Não somente pelo peru e pelo arroz, que ainda deram algum trabalho, mas também, é claro, pelo convívio em forma de banquete: devo dizer, honestamente, que me senti em família naquele jantar, com toda a intimidade e galhofa que implicou.

askamum.co.uk
Dps disso ainda houve lugar a uma dupla actividade: de um lado, os que ficaram em casa a ver tv e jogar poker (não costumo utilizar a palavra, mas a “enfadonhos” parece aplicar-se na perfeição, eheheheh); de outro lado, os que foram dar um passeio por albufeira, apanhar uma chuvinha e acabar num bar para beber um cidra e ouvir um Karaoke. Sem dúvida, muito bom.

Segunda-feira: devo dizer que não esperava q este dia se revelasse tão espectacular. Fiquei pelo hotel, acompanhado pela Carla, aproveitando para ir ao ginásio tendo em conta que o tempo não convidava a algo mais exterior. O dia passou-se depressa – parece ser um elemento comum no último dia – e rapidamente dei por mim a jogar bilhar no restaurante das Tostas. Uma vez mais, experiência memorável: desde o tamanho emblemático das tostas, à amiga Alla, até ao espantoso vídeo que levaram à ribalta duas pessoas que, pela alegria muito própria e pouca timidez, parecem entender-se bem neste tipo de maluqueiras – sim, é vdd, ficou tudo a olhar pra nós, mas pouco me importa!
Acabamos a noite num bar latino, na Oura, e, com certeza concordarão comigo, rebentámos aquilo de cima a baixo! Até os empregados agradeceram o nosso “efeito alavanca” provocado logo após a chegada: dançámos (até em cima do balcão!), cantámos mais alto que as colunas, bebemos copos, divertimo-nos imenso.

Para acabar, três de nós decidiram que ir já dormir seria inoportuno e decidiram ir para junto da piscina falar um pouco mais, ainda cheios de ritmo da noite. Em relação a isto, se quisessem, tivessem-se juntado a nós. Guardo para mim o momento, que foi mto giro e que fez aumentar um pouco mais ainda o carinho que tenho por um casal de amigos que respeito mto.
No dia seguinte houve ainda lugar a bom almoço, a antecipar uma viagem calma e segura de volta a casa.
Bem, parece que já me tou a alargar um bocado. Deixo o resto dos pormenores (que são mtos), para um próximo jantar, que se espera breve, com o mote «remember albufeira?!»
Mto obrigado amigos, pelos momentos, pela descontração, pelas surpresas positivas que desvendei em cada um de vós. Estes dias serviram o seu propósito: o descanso. Mas, mais do que isso, solidificaram e aprofundaram a relação que todos temos uns com os outros – não será isso motivo de felicidade?


